FRANKENSTEIN

A Mãe da Mãe da Menina (3).png

The collective GOMPA Project presents Frankenstein, a performance inspired by the homonymous work by Mary Shelley. The group mixes dance, theater, visual arts and original soundtrack performed live to reinvent the first science fiction work in history. Through this scenic miscegenation, the trajectory of a human being generated from other human beings is told, who tries to adapt to the current world even though feeling that nothing she does is sufficient.

 

The performance proposes a reflection on our relationships of belonging, identification or absence of identification, questioning how much we feel included or part of something, at the same time that it proposes a study of the movements of the human body. For this, two dancers are on stage showing the body that is formed from fragments, objects and mirrors that generate poetic images on the scene. Reflexes, transparencies, body and breathing movements, sounds, words, dissonances, shadows and fissures converge to the scenic symbiosis in which we doubt what we see and hear, building an enigmatic and dreamlike atmosphere. A sense of strangeness is evoked in the audience, at the same time that they perceive themselves reflected on stage, in delicate and sinuous lighting procedures.

 

Imputes of choreographic creation, such as fragmentation of the body and the use of visual installations, stimulate choreography that seeks to deconstruct codes already established by contemporary dance, producing other aesthetic forms in which the ugly gains space at the expense of the beautiful and of the form understood as well-finished. Disconnect and reconnect the body parts creating a new body from that. Marionette body, series of articulated parts that are dismembered and regrouped in different ways. In this sense, the human body as we know it loses its integral structure, being able to be organized in other combinations, without trunk or with more than one pair of legs.

AWARDS                     

10° Olhares da Cena

 

Nomination:   

Make up                                                  

Graphic Art                                        

Costumes

Scenography

Lightning:

Composition and Sound design

Female dancer

Male dancer

Director:

Best Play

Awards: 

Make up

Male dancer

FESTIVALS

V Mostra Glênio Peres - Porto Alegre (RS) - 2019     

 

CITIES

Porto Alegre (RS), Gravataí (RS)          

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9
1
6
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TECHNICAL INFORMATION

Direction: Camila Bauer

Cast: Fabiane Severo and Douglas Jung

Composition and sound design: Álvaro RosaCosta

Choreography: Fabiane Severo and Douglas Jung

Choreographic provocations: Carlota Albuquerque

Scenography and objects: Élcio Rossini

Lighting: Ricardo Vivian

Costumes: Renan Vilas

Dramaturgy: Camila Bauer, Carina Corá and Pedro Bertoldi

Graphic art: Jéssica Barbosa

Photography: Regina Protskof and Cláudio Etges

Production and realization: GOMPA Project

Apoio:

PROJECT FOR SALES

Frankenstein

TECHNICAL RIDER

Rider de som

Rider de luz

TEASER

IMPRENSA

CRÍTICAS

Antônio Hohlfeldt - Jornal do Comércio

Diferentemente do espetáculo anterior, contudo, em que a pesquisa - incluindo entrevistas com diferentes mulheres - foi o material de partida para o desenvolvimento de um roteiro de ficção, aqui a diretora Camila Bauer, a partir de um roteiro dela mesma, de Clóvis Massa e de Liane Venturella, levantam os panos da criação e trazem à cena, mesmo que a figura de Ruth Souza não apareça frente à câmara, o processo de concretização do trabalho, a partir daqueles mesmas entrevistas com múltiplas mulheres anônimas, a que se somam provocações junto às três atrizes, no que resulta um espetáculo inovador, esteticamente, e contundente, do ponto de vista comunicacional, porque as atrizes/personagens são levadas a recordar, a improvisar, a depor, além de interpretarem, enquanto atrizes. Porque é claro que elas estão realizando uma performance, isto é, um espetáculo (neste sentido, uma narrativa artificial): elas encarnam, cada uma, certa personagem que tem nome, profissão, uma identidade bastante bem esboçada. Ao mesmo tempo, na passagem de uma para outra cena, a intervenção da interlocutora/entrevistadora quebra esta artificialidade e provoca reflexões cuja expressão se torna ambígua: não mais sabemos se é a fala da personagem ou da atriz. 

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Paulo Gaiger - Esquina Democrática

A narrativa de três mulheres, vó, filha e neta, prende o espectador (ou telespectador?) do começo ao fim. Das coisas que nunca foram ditas, dos sentimentos retidos, dos olhares desviados, do amor inconcluso, dos ressentimentos sem comunicação, das janelas que fecham sem mais, do pedido de desculpas entalado, do perdão postergado, de fugas pra ali ou pra acolá, dos sorrisos ocos. Silêncios que escondem, no fundo e nas margens, o amor imenso, a alegria tanta e a gratidão. Nada como uma conversa, como conjugar o verbo ouvir, ouvir com respeito, carinho e sem julgamento. Somos e é para todos nós. Sandra Dani, como avó, Laura Hickmann, como neta, e Liane Venturella, como filha e mãe, dão uma aula suprema de interpretação. Stanislavski, Bergman e Peter Brook aplaudiriam de pé e com os olhos cheios. Novamente, a direção sensível da Camila Bauer. Trilha do Álvaro e da Simone e mais uma equipe genial por detrás.

Leia a crítica completa aqui.